terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

25 things about me

Rule: Once you've been tagged, you are supposed to write a note with 25 random things, facts, habits, or goals about you. At the end, choose up to 25 people to be tagged. You have to tag the person who tagged you. If I tagged you, it's because I want to know more about you.

Como eu sou muito, mas muito loser e não tenho 25 amigos no Facebook, resolvi fazer aqui mesmo. Aliás, eu odeio Facebook e só fiz perfil lá pra espionar o meu marido. Por sorte, ele odeia aquilo mais que eu, então nem preciso me preocupar... Então lá vai, 25 fatos aleatórios sobre a minha pessoa.

1. Eu nasci em Uberlândia.
Ok, pode parecer óbvio hoje em dia, mas crescendo pelo Brasil, a pergunta que eu mais ouvi foi "Uber-o-quê?" Era muito frustrante, cara! Me lembro até hoje a primeira vez que eu falei Uberlândia e alguém sabia do que eu tava falando. Tá, na verdade a pessoa (que foi minha amiga Viviane) me respondeu "Ah, a cidade do Só Pra Contrariar?" e eu "Só-pra-contrari-quem?" O ano era 1993 e eu nunca tinha ouvido falar da banda de Alexandre Pires. Depois descobri que eles eram uns caras da roda de pagode da Universitária FM - que na época era no Bloco 1E, que tocavam com meu tio Luiz. Mundo pequeno esse. Hoje em dia, a cidade é mais conhecida com exportadora de loiras-burras-caipiras (leia-se Iris do Big Brother). Enfim, esse parágrafo imenso só pra dizer que, ao contrário dos uberlandenses que moram em Uberlândia, eu cresci com a idéia que Uberlândia era um fim-de-mundo no cu-do-Judas e só fui me dar conta que lá era o centro do Universo quando me mudei pra lá em 1997. (Se você ainda acha que Uberlândia é um fim-do-mundo no cu-do-Judas e não sabe bem onde o cu-do-Judas fica, pode dar uma olhadinha clicando aqui)

2. A minha primeira banda preferida foi a Legião Urbana.
Eu tinha uns 8 anos quando "achei" um LP do meu tio Sidney chamado Que país é esse? e resolvi ouvir. "Nossa, que foda!" foi o que eu teria pensado se eu soubesse que a palavra "foda" existia. Meu tio tocava violão e ensinou as músicas pra gente (a gente = eu e meu primo Rômulo), e nós adotamos Legião Urbana como banda favorita por anos e anos. Lembro que quando saiu o As quatro estações - que acho que é o maior sucesso da banda, não sei de números, mas lembro que tocou bem esse disco, especialmente por causa de Pais e Filhos e Meninos e Meninas, que era trilha de alguma novela - eu queria muuuuito o disco, mas minha mãe não queria me dar, porque o Renato teve uma fase complicada no fim dos anos 80, de bebedeira e de quebrar buteco, e minha mãe achava um absurdo eu gostar de Legião Urbana. Não adiantou nada, porque teve um amigo secreto na escola (eu estava na quinta série) e eu acabei ganhando o tal disco! Muitos anos depois, eu tenho todos os discos (menos os caça-níqueis/coletâneas lançados depois da morte do Renato e o Uma outra estação que eu tiiiinha, mas que meu primo Rômulo pediu emprestado e nunca mais devolveu) e ainda escuto de vez em quando, menos A Tempestade, porque eu acho muito triste.

3. Eu odeio guarda-chuvas.
Veja bem, eu não odeio muitas coisas nessa vida. Desde que eu cheguei a conclusão que odiar as coisas desprende muita energia desnecessária que poderia ser usada pra alguma coisa melhor, eu resolvi que o ódio é um sentimento que deve ser evitado. Mas se eu tivesse que escolher uma coisa pra continuar odiando por toda eternidade, essa coisa seria o guarda-chuva. Um objeto que em teoria deveria te manter seca quando chove mas que, na verdade, só faz a gente passar raiva. Pra começar, só te protege das coxas pra cima (se não for chuva de vento e se você não for a Agatha, que só deve conseguir proteger a cabeça), ou seja, não evita o pior tormento dos dias de chuva: os pés - e, consequentemente, as meias - molhados. Isso quando ele resolve se comportar, né, porque basta dar um ventinho e adiós guarda-chuva: o filho-da-puta não só vira como te arrasta junto. Isso sem falar no malabarismo que é uma pessoa de 1,64m andar de guarda-chuva numa calçada estreita como as do centro de Uberlândia (na verdade, eu achava que era um problema de Uberlândia, mas descobri em Londres que é um problema universal). É guarda-chuva pra cima quando passa alguém mais baixo que você, guarda-chuva pro lado quando vem alguém muito mais alto, guarda-chuva pra cá, guarda-chuva pra lá, guarda-chuva em todos os lugares, menos em cima da sua cabeça que é onde ele deveria estar. Me sinto praticamente uma passista no carnaval de Olinda dançando Vassourinhas. Fora o perigo que é arrancar o olho de alguém com aquilo. É praticamente uma arma.
PS: Favor não confudir com a música de Rihanna, de nome igual, a qual eu também detesto, mas só porque é a música mais chata desse começo de século.

4. Quando criança, odiava ser chamada de Carolina
Nossa, me dava muita, mas muita raiva quando as minhas tias me chamavam de Carolina. Sempre respondia "Meu nome é Ana!" Até que um belo dia, na oitava série, alguém teve a brilhante idéia de me chamar de Carol (acho que foi a mesma Viviane do Só Pra Contrariar...). Como eu fiquei brava, aí que pegou mesmo. No maior espírito "se não pode contra eles, junte-se a eles", acabei adotando o Carol por muitos e muitos anos. Muita gente ainda me chama assim. Só voltei a assinar Ana porque o Mike disse que prefere. Mas minha irmã vive me chamando de Carolina.

5.Sou meio enjoada com comida, mas já fui mais
Bom, quando me vi no mundo sem mamy pra cozinhar pra mim, acabei adotando uma postura mais flexível em relação à culinária. Mas se for ver o que eu gosto MESMO de comer, é pouca coisa. Carne, por exemplo, eu como mas não tenho loucura, e passaria bem sem. Frango, a mesma coisa. A única coisa que realmente me apetece no mundo animal é peixe, que eu adoro. Não gosto de molho branco. Não gosto de comida de sal com creme de leite, tipo strononoff. Não gosto de algumas verduras-legumes, tipo mandioquinha (gosto nem do cheiro), beringela e chuchu. Mas adoro frutas. Minha preferida é maracujá. Curto frutas exóticas, menos açaí, que tem gosto de terra. Adoro caju, mas acho o suco horrível - deve ser a aparência de precipitado que ele tem.

6. Minha música preferida é Mad Season, do Matchbox 20
Tive uma identificação instantânea com essa música, uns 10 anos atrás. Acho que todo mundo se sente idiota de vez em quando, não é mesmo, minha gente? [/Regina Duarte] Sem falar que a música em si é bem alto astral e sempre achei que combinava com a minha personalidade. E a frase "I feel ugly, but I know still turn you on" dá aquela injeção de ânimo sempre! Pra quem tá deprê, desanimado, ficadica! Som na caixa, My Boy! (sem contar que o Rob Thomas é um gostoso...)

7. Minha maior frustração é nunca ter tido um genius
Eu também nunca tive um pogobol, mas esse eu nem gostava tanto. Mas eu sempre quis ter um genius. Achava aquele o brinquedo mais legal da face da terra. Mas era meio caro e acabou que eu nunca tive um. Frustração total. Agora, imaginem minha alegria quando fiquei sabendo que a Estrela ia relançar o genius? Agora que eu tinha meu próprio dinheiro e poderia comprar as porcarias que eu quisesse sem ninguém falar nada? E agora, imaginem o tamanho da broxada quando eu vi que ISSO era o novo genius. Affe. Mas acabei achando uma versão online que me diverte de vez em quando - e confesso que às vezes espio no mercado livre pra ver se acho algum dos antigos à venda!

8. Eu adoro artes.
E já experimentei com todas. Teatro não é pra mim, nem nada que envolva cores - pintura ou desenhos. Acho que eu ainda sei desenhar, afinal, diz meu diploma que eu sou arquiteta, mas só no grafite. Música, aprendi um pouco de teclado e fiz parte de coral. Dança, fiz balé, jazz e 5 anos de dança do ventre (adooooro). Fotografia é a que eu mais pratico hoje em dia e é a única das artes plásticas pra qual eu tenho algum talento (mínimo, mas tenho).

9. Eu usava óculos.
A música Óculos do Herbert Vianna já foi hino pra mim. Tinha quase 8 graus de miopia e não vivia sem os óculos - já acordava com ele na cara. Nunca gostei de lentes de contato, então nunca me esforcei pra me adaptar a elas. A facilidade dos óculos aliada ao meu excesso de preguiça venceram. Até que um belo dia, minha oftalmo me fala que meu grau estabilizou e que eu podia fazer a cirurgia. Uebaaa! Aproveitando que o convênio cobria, lá fui eu e fiz. Sobrou 2 graus, fui lá e fiz de novo. Sobrou quase nada dessa vez. 0,5 grau, parece. Eu não uso óculos mais, o que é prático na maioria das vezes, mas se meu grau voltar(sse) a aumentaria, eu não faria novamente. A primeira cirurgia foi tranquila, mas a segunda foi meio dolorosa. E se você for pensar bem, é uma coisa muito delicada que eles estão literalmente metendo a mão. Pra quem quer saber como é o procedimento, é simples: pinga um colírio anestésico, cola as pálpebras abertas com durex, enfia um esquema pra deixar seu olho aberto (não sei o nome do instrumento), corta um círculo - que eu tenho impressão que é mais ou menos do tamanho da íris -, levanta a "tampa", aplica o laser - dá um cheiro de queimado não muito agradável - por uns 30 segundos (o tempo varia, eu acho, de acordo com o grau), abaixa a "tampa" e manda uma "cola" lá. Pronto, o procedimento todo deve durar uns 5 minutos. A única coisa ruim é que é uma coisa meio Laranja Mecânica, você quer piscar e não pode. Mas nem dói, acho que o que doeu na segunda vez foi que na hora de baixar a "tampa" e colar, tenho a impressão que o médico não alisou muito bem, então levou bem uns dois meses pra voltar ao normal. Se alguém tiver curiosidade de ver como é, é só procurar no You Tube por "Lasik Surgery". E se alguém quiser fazer, não procure na internet as complicações que você pode ter...

10. Eu calço 34.
Tudo bem que não é uma informação relevante, mas é pra ser aleatório, não é? Na verdade, acho que as formas dos sapatos deram uma aumentada nos últimos anos, porque eu calçava 35 e de repente os 35 começaram a ficar grandes. Ainda compro alguns sapatos 35, principalmente os fechados de salto e botas às vezes, mas todos os meus tênis mais novos e algumas das minhas melissas são 34. Aliás, sempre me pergunto se é normal uma pessoa da minha altura ter os pés tão pequenos - pés não, extremidades, porque minha mão também é pequena, meu dedo mínimo tem 5cm!

11. Eu sou viciada em internet.
Tá, viciaaaada eu não sou, mas desde que comecei a usar, em 1997, passo muito tempo online. Já fui do mIRC, do ICQ, mudei pro MSN a contragosto porque todo mundo tinha migrado, tenho Orkut desde 2004 e nunca cometi orkuticídio. Tenho blogs desde... nem lembro quando! Tive sites antes disso, mas perco a paciência fácil. Já tive blogs piscantes, cor de rosa, cheios de frufru. Tenho perfil em tudo que é site de relacionamento - andei apagando alguns nos últimos tempos, mas ainda tenho a maioria. E agora, grávida e desempregada, passo a maior parte do dia conectada. O computador tá sempre ligado. Sei que vivo bem sem internet, mas prefiro viver com! E eu ainda tenho o meu primeiro e-mail, do rocketmail - que foi fagocitado pelo Yahoo! em algum momento da história.

12. Eu não tenho ligações afetivas com lugares, tenho ligações afetivas com pessoas.
Vejo muitas amigas e conhecidas suspirando de saudade, morrendo de vontade de voltar pro Brasil. Eu não tenho essa saudade. Não tenho saudade de Uberlândia, não tenho saudade do passado. Mas tenho saudade das pessoas - moooooorro de saudade do meu pai, da minha mãe, dos meus irmãos, dos meus amigos. Tenho saudade de sentar no Betão e tomar uma cerveja com batatas fritas - mas a saudade não é do bar, a saudade é das pessoas que geralmente estão ali. Poderia ser qualquer bar do mundo se eles estivessem comigo. E se alguém me falasse "Se você for morar na Sibéria, você pode ter seus pais, seus irmãos, seu marido, seus amigos, todos em volta de você", eu não pensaria duas vezes! A Europa é linda, mas eu moro aqui porque meu marido está aqui, assim como eu morava em Uberlândia porque quase todo mundo que eu amo mora em Uberlândia (agora tem gente espalhada pelo mundo, SP, Brasília, mas a maioria ainda tá por lá mesmo). Mas se eu tivesse que escolher meu lugar preferido no mundo, esse lugar seria a cozinha da casa dos meus pais.

13. Conheci meu marido pela internet.
Eu e o Mike nos conhecemos num site chamado Flirtomatic em 2006, por motivos levemente embaraçosos. Explico: no auge da minha crise pós-adolescência, eu era muito fã do Five, uma boyband britânica. A banda acabou em 2001, deixando milhões de fãs chorosos pelo mundo. Eis que, em 2006, eles anunciam que vão voltar. Ebaaa! Eu fazia parte da antiga lista de emails deles e recebi as novas notícias totalmente empolgada, jurando que eu ainda tinha 21 anos. Um dos emails dizia que eles fizeram um perfil no tal do Flirtomatic, site que eu nunca tinha ouvido falar, mas que achei que seria tipo um orkut-para-paqueras. Me cadastrei no site só pra mandar beijinho pra eles hauihauiahiauhaui e acabei conhecendo um monte de gente legal lá, entre eles o John da Magah e o Mike. Na primeira olhada de perfil, achei o Mike engraçado (bonito não porque a foto não dava pra ver a cara dele direito), mas achei ele meio velho (ele é 10 anos mais velho que eu). Mesmo assim, ele tinha uma conversa legal, nós migramos pro MSN e lá ficamos, bons amigos, até nos encontrarmos pessoalmente em 2007. O resto é história [/clichê]. E o Five nunca respondeu meus beijinhos, filhos-da-puta. (a banda acabou de novo em 2007, sem conseguir gravar um novo cd e na rua da amargura)

14. Eu dormia com uma Hello Kitty.
Quando eu tinha uns 7 anos, eu dormia abraçada com uma Hello Kitty. Uma Hello Kitty de pelúcia linda, vestida de marinheira. Isso foi milhões de anos antes da febre de Hello Kitty que deixou o mundo mais chato. Desde então, eu sempre durmo abraçada com alguma coisa. Foram ursos, travesseiros, a Monica e, por último, antes do Mike, o Horácio. Hoje em dia, só durmo abraçada com o Mike mesmo... Mas sou apaixonada pelo meu Horácio e espero que sobre um espacinho na mala de mamãe pra trazer ele pra mim!

15. Minha matéria preferida na escola era matemática.
Eu era tão boa que a minha professora do colegial queria que eu fizesse faculdade de matemática. Quando eu disse que ia fazer engenharia, ela sossegou - eu ia fazer engenharia porque nas duas universidades que eu prestaria vestibular não tinha arquitetura, mas a UFU no fim das contas resolveu atender às minhas preces e meu futuro como engenheira foi pro espaço. Na verdade, eu era boa em exatas em geral, mas matemática era a melhor de todas. Tirei 12 A bimestrais seguidos - o colegial inteiro, na verdade. Fiz até mini-curso de trigonometria e logaritmo na PUCCAMP - perdi muitos sábados, mas eu gostava! A pior de todas era biologia. Nunca consegui me interessar por mitocôndrias.

16. Eu pensava que eu nunca me casaria ou teria filhos.
Eu me achava insuportável demais para conviver em sociedade hauihauiuha. A verdade é que eu pensava que eu nunca conseguiria me adaptar a viver com uma pessoa "desconhecida". Eu tinha passado a vida inteira morando com as mesmas pessoas e tudo sempre correu na maior paz. Não sei se é porque de vez em quando meu ex-namorado me irritava levemente que eu pensava que nunca poderia morar com ele. E, lógico, quando você namora, você acha que vai namorar aquela pessoa pra sempre, o que nem sempre acontece - inclusive não aconteceu comigo, mas minha conclusão veio daí: não conseguiria morar com meu namorado = nunca vou me casar. Acabou que eu conheci o Mike e acabei mudando de idéia. Me casei no dia 25/05/08, num lugar lindo, num casamento emocionante, mas que faltou muita coisa (leia-se faltou muita gente). Escolhemos nos casar aqui pela praticidade.
*Documentos necessários para se casar no Reino Unido: passaporte com o visto adequado.
*Documentos necessários para se casar no Brasil: cópia de todos os documentos pessoais, incluindo um atesto de "solteirice", traduzidos por tradutor juramento, legalizados no consulado do Brasil em Londres, procuração pra dar entrada, mais uma porrada de coisa, tipo "comprovante de endereço". Na verdade, depende do cartório, mas dá pra sentir o drama.
Então, na hora de decidir, escolhemos o mais fácil. Como eu achava que nunca ia casar, nunca sonhei com festas, vestidos, flores, nada disso. Foi basicão, mas ainda vou fazer uma festa no Brasil pra comemorar!
Sobre filhos, já que eu achava que não ia casar, não pensava em filhos. Nunca me passou pela cabeça ter filhos sozinha. Agora, casada, a coisa muda de figura e eu super curto a idéia!

17. Eu adoro ir em shows.
Shows de música mesmo. E vou dizer que pra isso, vale muito a pena morar aqui. Fui em vários shows nacionais legais em Uberlândia, mas o ponto alto da minha vida de adoradora de música no Brasil foi ir no show do Hanson em 2005 - foi um showzaço, eles matam a pau. Mas desde que eu vim pra cá em março do ano passado, eu fui no Matchbox 20, no John Mayer, no Keane, no Queen... Ok, foram só quatro, mas foram OS quatro. Perdi o Foo Fighters porque quando fiquei sabendo já tava esgotado, e esse ano vou perder alguns porque vou estar ou muito barriguda ou recém-parida...

18. Adoro maquiagem, mas não uso.
Adoro maquiagem, acho lindo, lindo, liiiiindo. Mas não uso. Não tenho paciência, principalmente pra tirar depois. Dá muito trabalho ter uma pele decente! Mas confesso que estou louca pra comprar um Neutrogena Wave - se for realmente bom pra tirar maquiagem, eu até me arrisco a comprar e usar mais!

19. Não entendo salto alto.
Sim, como qualquer mulher normal, eu amo sapatos. E acho os de salto realmente liiiindos, mas não entendo o que leva a pessoa a inventar uma coisa desconfortável daquelas. E pior, o que leva uma legião de pessoas a adotar tal instrumento de tortura voluntariamente? Minha gente, só porque algo é lindo não significa que eu queira usar. E, nesse caso, eu prefiro ficar olhando.

20. Minha primeira câmera foi uma Kodak de parabéns pra você.
Sempre fui fascinada por fotografia, então quando eu tinha uns 11 anos, minha mãe me deu uma Kodak tão mecânica que só precisava de pilha se eu quisesse usar o flash. 35mm, lente fixa, foco automático, eu não tava nem aí: eu queimava filmes e filmes e minha mãe ficava puta dizendo que não ia mais comprar filme pra mim nem pagar minhas revelações porque nas minhas fotos não tinha gente. Muitos e muitos anos depois, comprei minha segunda câmera, minha primeira digital: uma Sony H1, que eu adorooo! Depois de comprar uma DSLR, meu sogro me deu a câmera de filme dele, uma Canon EOS-1000FN. Mas a verdade é que eu ainda não usei um filme inteiro nela, porque logo em seguida, meu marido me deu uma Canon EOS-400D, que a minha câmera de uso atualmente - apesar de não ter abandonado totalmente a Sony ainda.

21. Eu tenho um joelho artificial.
Ok, exagero, é só um pequeno remendo, mas tá lá. Arrebentei fazendo body combat e não colaborei em nada fazendo milhões de aulas de dança por semana. Caí no meio de um deslocamento lateral dos mais bestas e, quando fui no médico, vi escrito "cirurgia" na testa dele. Rompi o ligamento cruzado anterior e fiz a cirurgia de reconstrução em agosto de 2003 - nem parece que faz tanto tempo assim. Também tive que suturar o menisco e, por causa disso, tive que andar de muletas por 6 semanas. Foi um saco, mas foi divertido. Não é tão difícil quanto parece. Meu joelho funciona normalmente hoje em dia, só dói um pouco quando eu fico muito tempo no frio.

22. Eu discuto a respeito de jujuba.
É o seguinte, jujuba é uma coisa muito importante na minha vida. E eu fico irritadíssima quando alguém fala que jujuba é bala de goma e bala de goma é jujuba. Ok, se alguém me falar que jujuba é um tipo de bala de goma, eu aceito, mas não me venha com esse papo que aquelas balas de goma que vem cobertas com açúcar são jujuba. Não são, não! Jujuba são aquelas balinhas em forma de feijão. E ponto final. E delicado, pra mim, é homem fresco.

23. Eu odeio amarelo.
Tipo, amarelo é o guarda-chuva das cores. Não sei quando comecei a desgostar de amarelo, mas não gosto e pronto. É uma cor feiosa, que não fica bem em (quase) ninguém, que não deixa nada bonito. Por isso, nem vou gastar meu latim falando sobre isso.

24. Apesar de eu ter menos de 25 amigos no Facebook, eu tenho 195 amigos no Orkut.
E eu realmente conheço todos - nem todos pessoalmente, mas conheço. São amigos distantes, amigos próximos, família... Não tenho coragem de cometer orkuticídios porque tem muita gente ali que eu adoro e que eu não teria contato de outra forma, já que eu não sou uma pessoa de email - recebo, leio, respondo quando tenho que responder na maioria das vezes, mas dificilmente eu aperto o botão "escrever email".

25. Eu falo mais que o homem da cobra.
E esse é oficialmente o maior post da história desse blog.

Não vou pedir pra ninguém fazer, mas se alguém quiser, pode! hahaha Quem preferir fazer no notes do Facebook, me marca lá pra eu poder ler!

4 comentários:

  1. Eu só te chamo de Carolina quando brigando com você! Não é culpa minha se você só me dá motivos pra brigar com você! /HUNF

    =o*****

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  2. Nossa, foi tanta coisa q nem sei oq comentar!!!!!! mas adorei o "John da Magah" hehehe

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  3. NOSSAAAAAAAAAAAAA temos tanta coisa em comum, minha materia favorita tb era matematica, mas eu n era taaaao boa e era isso q me fazia gostar, adoro shows tb, tb axava q nunca ia me casar kkk, conheci steve pela net, tb so viciada em net, tb tinha mirc e tb soh mudei pro msn pelas circunstancias, mas eu fiquei no mirc uns 2 anos depois ainda, eu ainda uso oculos pq sou besta, minha mae quis pagar uma cirurgia pra mim mas recusei de medo auahauhe, soh tenho 3,25 de miopia, adorei saber o pq do nome do seu blog, axava q era por causa da sua nova fase e tals kkkk

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  4. Você achou divertido andar de muletas por 6 semanas? Não suportei nem uma semana, os braços doem demais.
    Divertido é usar um "saltinho" no gesso! =P

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