quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O presente

Aí que eu deveria ter escrito esse post há tempos, mas por incrível que pareça, estou super ocupada - fazendo meu website novo, mais clientes do que eu tinha em muito tempo, fim de semestre no curso de design de interiores, minha irmã passeando por aqui... Enfim, coisas.

Então que meu marido não me deu um cd de músicas bregas. Juro que quando ele me disse que me daria algo que não estava na lista, fiquei com medo. Quando a caixa chegou, perguntei pra ele, só de brincadeira: "É um iPad?", e ele, assustado, me perguntou de onde eu tinha tirado essa ideia. Eu disse que a caixa era do tamanho de um livro, mas era muito leve pra ser um. Fazia sentido, mas realmente não era um iPad. Era um livro. Ou melhor, eram muitos livros.



Confesso que rolou um momento de decepção. Eu gosto de livro de papel, sabe. Mas a decepção só durou até eu ligar o bichinho, devidamente recheado de livros do Bernard Cornwell. Gente, eu não tenho espaço para colocar livros mais, então ultimamente só lia os da biblioteca. Agora não preciso mais, posso comprar os livros que eu quiser e eles só ocupam esse espacinho. Eu já sabia que ler nele era bacana, porque há alguns anos eu dei pro Mike um e-book reader da Sony, mas não imaginava que eu gostaria de ter um e, menos ainda, que eu não desgrudaria dele.

 
Me envergonha dizer que hoje em dia eu leio num ritmo devagar-quase-parando tartaruga style, então levei 3 semanas para terminar o primeiro livro e estou na metade do segundo, mas a única coisa que não curti é o trampo que dá voltar no começo do livro (em livros do BC, eu sempre tenho que ficar voltando no mapa, gosto de me localizar geograficamente, rs), mas o dicionário, o marcador de trechos e o editor de notas compensam esse pequeno problema - e sim, eu escrevo nos meus livros. Fora que eu posso mandar diretamente para o Facebook quando eu termino um livro, o que não é exatamente útil, mas eu gosto dessas coisas de redes sociais.

Se alguém aí estiver procurando o que dar de presente de Natal, totalmente recomendo um desses pro leitor da sua vida. Não significa que eu vá deixar de comprar livros de papel, talvez os que eu gostar mais, mas a praticidade do Kindle me ganhou.

4 comentários:

  1. Tive um em mãos e achei que odiaria mas a experiência foi boa, pena que não era meu. A gente resiste mas uma hora se rende né?

    ResponderExcluir
  2. Amo meu Kindle. Mudou tudo! Dica boa mesmo.

    ResponderExcluir
  3. Ana, eu to doida num e-book reader ja ha um tempo... quase comprei um super barato aqui (40€), mas depois pesquisei um pouco e acabei desistindo deste... pra valer a pena tem que desembolsar um pouco mais, mas ai fico pensando se nao vale mais a pena economizar mais um tempo e comprar logo um tablet :)

    ResponderExcluir
  4. Sem puxação de saco, a dica vindo de vc eu vejo com outros olhos. Sou muito, muito (MUITO) apegada a livros de papel, a sentir textura e cheiro, ver capas de edições diferentes, encontrar o lugarzinho dele na estante (por autor ou tema). Não vai ser tão já que me empolgarei a adquirir um, mas é aquilo que vc disse, já não tem mais espaço. Livros, CDs e DVDs eu não gosto de largar jogado em qualquer lugar, misturado, bagunçado, todos têm seu lugar e sua ordem (aí já entra meu TOC, hehehe). Mas gostei de saber que te agradou e até mudou sua opinião. ;-)

    ResponderExcluir

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...